Felinos, ursos e megafauna ao redor do mundo — comportamento, habitat e o que fazer diante de um encontro.
Dos predadores de topo à megafauna herbívora
As espécies que mais geram dúvidas
O maior felino das Américas e o predador de topo absoluto do continente. Possui a mordida proporcionalmente mais poderosa entre todos os grandes felinos, capaz de perfurar crânios e cascos de tartarugas.
O felino mais amplamente distribuído das Américas. É um predador solitário, furtivo e detentor de uma força de salto incomparável, com capacidade de adaptação a quase todos os biomas do continente.
Espécie exótica invasora de altíssima prolificidade e poder destrutivo. Declarada nociva pelo IBAMA, representa uma das maiores ameaças à biodiversidade e à agricultura no Brasil.
Crocodiliano de porte médio, reconhecido pelo focinho extremamente largo. Desempenha um papel ecológico e sanitário vital nos corpos d'água da Mata Atlântica e possui um temperamento arisco em relação aos humanos.
Ao lado do urso-pardo, é uma das duas únicas espécies da família dos ursídeos que não são classificadas como ameaçadas de extinção, com uma população estimada de mais de 800 mil indivíduos no continente norte-americano.
Novas fichas no almanaque
Um canídeo social e altamente eficiente, reconhecido por sua pelagem tricolor manchada e pela caça por exaustão em matilhas coordenadas.
Um canídeo ágil e extremamente adaptável, com coloração amarelada, notório por explorar diversas fontes de alimentação que vão desde frutas a pequenos vertebrados e carcaças.
O canídeo mais adaptável do continente norte-americano, conhecido por sua dieta flexível que lhe permitiu colonizar tanto regiões remotas quanto centros urbanos densamente povoados.
Um dos maiores e mais furtivos felinos do planeta, célebre pela pelagem rosetada e por sua inigualável força que permite içar carcaças pesadas para o alto das árvores.