Jaguatirica (Leopardus pardalis)
Risco leve — Leve
Leopardus pardalis

Jaguatirica

Também conhecida como: Ocelote, Gato-maracajá, Maracajá-açu, Gato-do-mato

Maior mesofelino do BrasilTambém chamada de oceloteNão ameaçada (IUCN)Nocturna e arisca
Tamanho
67–101,5 cm (corpo) + 30–44,5 cm (cauda)
Peso
6,6–18,6 kg
Expectativa de vida
10-12 anos na natureza (até 20 em cativeiro)
Perigo
2/10
Distribuição
Brasil, México, Argentina, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Peru
Conservação
Pouco preocupante

🔎 Identificação

Pelagem dourada pálida coberta de rosetas escuras que, no dorso, se fundem em listras contínuas da altura dos olhos até a base da cauda. Cabeça e patas proporcionalmente grandes.

🧬 Comportamento e curiosidades

Solitária e predominantemente noturna, com grande habilidade para subir em árvores, saltar e nadar. Em fragmentos florestais pequenos com presença humana intensa, tem aumentado ainda mais o padrão de atividade noturna como estratégia de evasão.

Você sabia? Muitos relatos de 'onça-pintada atropelada' divulgados na internet são, na verdade, jaguatiricas — a confusão de identificação é comum mesmo em notícias.

⚠️ Riscos do encontro

Não há registro relevante de ataques a humanos. O principal ponto de conflito é reverso: abate por criadores que a confundem com ameaça a aves domésticas, e atropelamentos em fragmentos florestais cortados por rodovias.

Lembre-se: nunca se aproxime, alimente ou tente fotografar de perto um animal selvagem de grande porte. A distância é a sua principal proteção.

🛡️ Protocolo de segurança

Se avistar uma jaguatirica, apenas observe à distância — o animal tende a se afastar por conta própria. Em propriedades rurais, proteja galinheiros com telas em vez de armadilhas letais.